A confederação Nacional dos Municípios (CNM) defende em carta aberta, que o pleito desse ano seja realizado em simultâneo ao de 2022, onde o eleitor brasileiro irá às urnas para escolha de deputados, senadores, governadores e presidente; Glademir Arold, presidente da instituição contextualiza o documento com base principalmente aos prejuízos ao erário público, em função da pandemia da Covid-19, bem como, os cuidados em preservar a saúde da nação.

Pontos como distanciamento social, prazos a cumprir, uma baixa adesão do eleitorado ao pleito por medo da pandemia o que poderia comprometer o processo democrático de escolha e gastos bilionários na logística de estruturação do certame também endossam a petição.

A carta é diretamente direcionada ao Congresso Nacional e à população brasileira e requer em apelo a preservação da democracia e do estado de direito. O prefeito de Flores, Marconi Santana defendeu com ressalvas, em um artigo recente, postado à página, a manutenção das eleições desse ano, relembre: “Então na minha opinião, deve-se manter a eleição, evidentemente se ‘alastrar’ a questão da pandemia, aí sim é[pondera], mas se Deus quiser [diminuindo a pandemia] a gente está no pico mais alto, e agora vamos decrescer e, se Deus quiser dentro em breve, não teremos mais casos de Coronavírus, mediante também as vacinas que vão sair norte-americanas ou chinesa ou francesa, mas se Deus quiser nós vamos ter, então, que se mantenha as eleições e que a democracia acima de tudo”. Pontuou o socialista

O presidente do TSE, Roberto Barroso que tem posicionamento firme em suas decisões, já mostrou-se totalmente contrário ao adiamento das eleições.

Redação